
O município de Francisco Santos situa-se no entorno de Picos, região dos chamados Baixões Agrícolas Piauienses. Sua pujante economia assenta-se, principalmente, na CAJUCULTURA e no MERCANTILISMO, com ênfase nas atividades de escambo de mercadorias.
Páginas
Bem Vindo ao Blog de Fco. Santos - PI

Mate a sua saudade da Nossa Terra
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
A ponte fica pronta para uso da população franciscosantense.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Desejo de Menina em Francisco Santos, nos festejos do cinquentenário da cidade.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Poetas e Escritores de Francisco Santos
Biografia de Isis Celiane.
Nasci no dia 1º de novembro do ano de 1986, num cantinho generoso do Piauí chamado Francisco Santos. Sou a segunda das três filhas do casal Tertuliano Neto e Francisca Isabel Rodrigues (Til). Meu pai, homem do campo; minha mãe, esposa de sertanejo que acompanhava o marido na difícil e grandiosa missão de cuidar da terra. Assim viveram por mais de vinte anos, e assim vivi por oito, nos sertões do Piauí, plantando e colhendo feijão e milho nos invernos, e cuidando dos cajueiros nas secas, sempre em terras de outros, ganhando o suficiente para ter o que comer e vestir.
Em janeiro de 1995, em busca de melhores condições de vida, meu pai mudou-se com toda família para o Estado do Ceará. Viemos morar numa cidade chamada Crateús. Eu tinha ali oito anos. Deixamos geograficamente para trás os sertões piauienses, os parentes e os amigos, levando-os todos no coração.
No mesmo ano em que chegamos a Crateús, minhas irmãs e eu fomos matriculadas num colégio público chamado Manoel Mano. Cursei lá a segunda, terceira e quarta série. Em 1997 fui transferida para o Colégio, também público, chamado Lions Club, onde estudei até a conclusão do ensino médio. Nesta escola, participei de diversos concursos literários, obtendo alguns certificados e medalhas. Enviei, também, artigos à Revista Mundo Jovem, bastante conhecida no meio educacional no Ceará, sendo que tive dois textos e uma poesia publicados nas edições de março de 2003 e setembro de 2004.
Durante todo esse processo educativo fui construindo timidamente meus versos, poesias e poemas, que, apesar de bastante divulgados na cidade de Crateús, ainda não ganharam publicação oficial.
Em dezembro de 2004, conclui o ensino médio, sendo que em julho de 2005 fui aprovada no vestibular da Universidade Estadual do Ceará (UECE), para o curso de Pedagogia. Estudava no período da noite e durante o dia trabalhava no comércio. Exerci, por dois anos, a atividade de operadora de caixa, numa jornada exaustiva de trabalho, tendo que conciliar, com determinação, o trabalho e os estudos.
Em 2007 fui aprovada no concurso público municipal para o cargo de agente administrativo, tendo sido solicitada para prestar serviços no Fórum de Crateús, onde permaneço até hoje.
Em junho de 2009, eu e mais 22 escritores, dentre poetas, cordelistas, e cancioneiros, fundamos a Academia de Letras de Crateús, onde passei a ocupar a cadeira nº 14, cujo patrono é Machado de Assis.
Em março de 2010, concluí o curso de Pedagogia, adquirindo o título de Pedagoga. Apesar de nunca ter desejado lecionar, mesmo admirando demasiadamente os mestres, o curso de Pedagogia me proporcionou bastante crescimento pessoal e um grande desenvolvimento humano. Com as leituras de Paulo Freire, Althusser, Karlx Marx, dentre tantos outros, aprendi a compreender a sociedade com seu capitalismo desumano e a comover-me com as mazelas sociais.
Se tivesse que descrever-me, sem as imposições do mundo machista que gramaticalmente me obrigam a dizer que sou poetisa, eu diria que sou POETA, e diria mais ou menos assim:
Rimo a vida no seu fado constante
Não sou poeta do dia nem da noite
Sou poeta do instante
Escrevo a esmo
Mas não por acaso
Posso dizer do que já fiz
Mas sou delírio no que faço
Não sou tempestade nem cansaço
Sou poeta apenas
Insensato, um louco alucinado
Que se inebria ao luar
Que vaga pelas ruas apaixonado
Confessando amores, declamando versos
Sou partida, depois regresso
Por caminhos tantas vezes incertos
Poeta da solidão e da saudade
Que mergulha no regozijo e se esquiva à vaidade
Sem tempo certo ou hora de voltar
Que por onde passa, em cada lugar
Leva e deixa um pouco de si mesmo
Vivendo assim a esmo
Na casualidade que é essa vida incessante
Nem da noite nem do dia
Poeta apenas do instante.
sábado, 13 de novembro de 2010
Fotos Antigas de ou em Francisco Santos
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Texto de Nossa Conterrânea Isis Celiane Rodrigues, que faz parte da Academia de Letras de Crateús.
UM PALHAÇO NO PARLAMENTO
Agora é fato: um palhaço chega ao Congresso Nacional eleito pelo povo brasileiro com mais de 1,3 milhões de votos. Para isso, não precisou apresentar uma única proposta, fazer uma simples promessa ou se valer de um daqueles belos discursos cheios de palavras complicadas e desprovidas de qualquer significado. Em sua campanha, usou como estratégia de marketing apenas o deboche, que é o seu objeto de trabalho, assumindo desconhecer as atribuições de um Parlamentar e reconhecendo, sem qualquer constrangimento, que seu objetivo maior ao entrar na política seria ajudar, em primeiro lugar, a sua família.
O palhaço Tiririca, cearense, natural da cidade de Itapipoca, quebrou todos os protocolos e escancarou o que fica nas entrelinhas do atual cenário político brasileiro: a ridicularização do Parlamento e o desrespeito aos interesses do povo. O povo, por sua vez, demonstrando uma profunda insatisfação com uma política que não agrada, resolveu mandá-lo ao Congresso Nacional sob forma de protesto.
Se durante a campanha Tiririca já incomodava os veteranos da política pela maneira como conduzia sua propaganda eleitoral, limitando-se a fazer piadas e trocadilhos com a eleição, sem apresentar uma proposta sequer, que dirá o desconforto que lhes causará agora, depois de eleito como o deputado federal mais votado em todo país, tendo alcançado tal façanha não como o cidadão Francisco Everardo Oliveira Silva, mas apenas como o palhaço Tiririca.
Embora forçoso, devemos reconhecer que se o cenário político deste País fosse outro, se houvesse de fato respeito e compromisso daqueles que são eleitos pelo povo em dirimir ou diminuir as mazelas sociais, muito provavelmente um palhaço não seria suficientemente pretensioso para pleitear qualquer mandato eletivo. Tiririca nada mais é do que um retrato da nossa política, caracterizado e assumido: é um palhaço, o que não o torna mais desrespeitoso com a população brasileira do que outros tantos parlamentares, mas certamente causa mais vergonha alheia.
Resta-nos agora questionar se mandar um palhaço ao Parlamento é mesmo uma forma correta de protestar contra o sistema, ou se não corresponde a uma maneira ainda mais absurda de ser conivente com o descaso e o desinteresse político pelas questões sociais.
Por sua vez, toda oportunidade que outros tantos Tiriricas espalhados pelo Brasil tiverem de aproveitar-se da fragilidade humana e do ceticismo da população quanto a uma melhoria de vida pelas vias governamentais, ela será muito bem empregada para retirar do povo qualquer possibilidade de transformação social, através da principal arma que ainda lhes resta: o voto.
Ao assumir sem qualquer pudor a que veio, ocupando uma cadeira na Câmara dos Deputados, em Brasília, Tiririca representará uma ferida aberta na honra de todos aqueles que terão que se deparar constantemente com sua imagem refletida na face caracterizada do palhaço.
Isis Celiane Rodrigues
Academia de Letras de Crateús
isisceliane@hotmail.com
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
ELEIÇÕES 2010 EM FRANCISCO SANTOS - PI
Número | Candidato | Partido | Votos |
40 | WILSON MARTINS Candidato Eleito | PSB | 3.121 (69,52%) |
45 | SILVIO MENDES | PSDB | 1.368 (30,47%) |
Número | Candidato | Partido | Votos |
13 | DILMA Candidato Eleito | PT | 3.742 (79,24%) |
45 | JOSÉ SERRA | PSDB | 980 (20,75%) |